O digital na educação à prova da crítica

##plugins.themes.bootstrap3.article.main##

Cathia Papi
Patrick Plante
Alain Stockless
France Gravelle

Resumo

À medida que as tecnologias e as sociedades evoluem rapidamente, torna-se necessário estudar concretamente as representações, os usos e não usos, as práticas e as questões éticas que acompanham a integração desses artefatos na educação e na formação. Assim, os 23 artigos reunidos neste número temático de Médiations et médiatisations propõem diferentes maneiras de conceber o que constitui uma abordagem crítica e apresentam experiências pedagógicas, bem como reflexões sobre o lugar e o papel das tecnologias digitais em contextos escolares, universitários ou de formação. Em particular, destacam as questões e os desafios suscitados pelas inovações tecnopedagógicas e examinam as representações e as práticas dos atores, bem como os efeitos potenciais ou comprovados de diferentes dispositivos sobre as experiências de ensino e aprendizagem.

Downloads

Não há dados estatísticos.

##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

Como Citar
Papi, C., Plante, P., Stockless, A., & Gravelle, F. (2026). O digital na educação à prova da crítica. Mediações E mediatizações, (24), 9–15. https://doi.org/10.52358/mm.vi24.610
Secção
Éditorial
Biografias Autor

Patrick Plante, Université TÉLUQ

Patrick Plante é professor titular de ensino à distância e tecnologia educativa na Universidade TÉLUQ. É licenciado em História, possui um diploma em Ensino, bem como um mestrado e um doutoramento em Tecnologia Educativa pela Universidade Laval. Em 2015-2016, realizou um estágio de pós-doutoramento financiado pela rede AGE-WELL, dedicado à investigação, desenvolvimento e comercialização de jogos sérios destinados a idosos. Os seus trabalhos de investigação atuais centram-se nos jogos sérios e na gamificação de conteúdos, na microaprendizagem e na utilização da inteligência artificial em contexto educativo.

Patrick Plante dirige o Centro de Investigação e Inovação em Tecnologia Educativa do Quebeque (i-TEQ) e foi codiretor e membro fundador do Observatório do Digital na Educação (ONE) de 2018 a 2024. É também responsável pela rubrica «Discussões e debates» da revista Médiations et médiatisations (M&M), investigador associado ao Centro de Investigação Interuniversitário sobre a Formação e a Profissão Docente (CRIFPE), investigador afiliado à rede AGE-WELL, bem como ao Centro de Investigação Pública SAVIE.

*** Traduzido com www.DeepL.com/Translator (versão gratuita) ***

Alain Stockless, Université du Québec à Montréal

Alain Stockless é professor do Departamento de Didática da UQAM. Sua área de especialização abrange tecnologias educacionais, educação a distância e ambientes digitais de aprendizagem. Ele também possui experiência no uso de tecnologias digitais em contextos educacionais. Além disso, dedica-se ao desenvolvimento de competências em TIC entre professores e à adoção de inovações pedagógicas por meio das tecnologias digitais.

Referências

Aillerie, C. et Martineaud, T. (2023). Enjeux politiques du « tout numérique » à l’école et pouvoir d’agir des enseignants. Canadian Journal of Learning and Technology / Revue canadienne de l’apprentissage et de la technologie, 49(4), 1-16. https://doi.org/10.21432/cjlt28455 DOI: https://doi.org/10.21432/cjlt28455

Brougère, G.et Bézille, H. (2007). De l’usage de la notion d’informel dans le champ de l’éducation. Revue française de pédagogie. Recherches en éducation, (158), 117-160. https://journals.openedition.org/rfp/516 DOI: https://doi.org/10.4000/rfp.516

Collin, S., Denouël, J., Guichon, N. et Schneider, É. (dir.). (2022). Le numérique en éducation et formation : approches critiques. Presses des Mines. DOI: https://doi.org/10.3917/mines.colli.2022.01.0009

Cuban, L. (1986). Teachers and Machines: The Classroom Use of Technology since 1920. Columbia University Press.

Feenberg, A. (1999). Questioning Technology. Routledge.

Glikman, V. (2021). Il était une fois… la formation à distance. Médiations et médiatisations, (6), 3-11. https://doi.org/10.52358/mm.vi6.228 DOI: https://doi.org/10.52358/mm.vi6.228

Papi, C., Boéchat-Heer, S. et Rinaudo, J.-L. (dir.) (2026). Éduquer et former depuis la pandémie. Stabilité et changements. Presses universitaires de Rouen et du Havre.

Rosa, H. (2010). Accélération : une critique sociale du temps. La Découverte.